Todo tempo que eu doar ainda é pouco.
Antigamente, administradores e gerentes da nação, profissionais das urnas, parlamentares e afins diziam que 4 anos era pouco para que seus trabalhos pudessem dar frutos e levar benefícios aos seus clientes. (lê-se: eleitores) Queriam mais. E conseguiram! Hoje podemos ver que era pura balela. Muitos políticos praticamente se perpetuaram no poder e nenhuma ou quase nenhuma mudança positiva pode ser observada.
Estamos diante de diversas verdades difíceis de serem negadas, vejamos: pouco investimento em escolas e universidades públicas, violência desenfreada, degradação do sistema de saúde, riscos de apagões e, atualmente, a pior de todas as maldades contra aqueles que lhes deram votos e mais votos de confiança: a terrível e amedrontadora falta d´água! Até quando vamos girar a torneira e ver a água correr pelo cano?
Técnicos já alertam há décadas sobre esta possibilidade. E os políticos que tanto quiseram mais tempo, sequer desengavetaram um projeto ou estudo que pudesse, ao menos, amenizar o problema. Agora estamos sofrer as consequências desta irresponsabilidade que se torna maior na medida em que se tenta minimizar sua dimensão.
Pior! Como num lapso de memória o eleitor ignora, esquece e parece alimentar-se de uma esperança "mendiga", como se do outro lado houvesse um santo milagreiro com sua bacia de água benta que tudo pode abençoar e mudar, ainda que esta água também esteja ameaçada!
Quanto ainda é necessário sofrer para entender que todo tempo que doarmos ainda será pouco para os que negligenciaram todo tempo e confiança que já lhes foi dado?
Estamos diante de diversas verdades difíceis de serem negadas, vejamos: pouco investimento em escolas e universidades públicas, violência desenfreada, degradação do sistema de saúde, riscos de apagões e, atualmente, a pior de todas as maldades contra aqueles que lhes deram votos e mais votos de confiança: a terrível e amedrontadora falta d´água! Até quando vamos girar a torneira e ver a água correr pelo cano?
Técnicos já alertam há décadas sobre esta possibilidade. E os políticos que tanto quiseram mais tempo, sequer desengavetaram um projeto ou estudo que pudesse, ao menos, amenizar o problema. Agora estamos sofrer as consequências desta irresponsabilidade que se torna maior na medida em que se tenta minimizar sua dimensão.
Pior! Como num lapso de memória o eleitor ignora, esquece e parece alimentar-se de uma esperança "mendiga", como se do outro lado houvesse um santo milagreiro com sua bacia de água benta que tudo pode abençoar e mudar, ainda que esta água também esteja ameaçada!
Quanto ainda é necessário sofrer para entender que todo tempo que doarmos ainda será pouco para os que negligenciaram todo tempo e confiança que já lhes foi dado?
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